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Funilaria e pintura: dicas para encontrar uma boa oficina de reparação

Bateu o carro. Após o susto com o ocorrido, vem a preocupação em arrumar o veículo. A garantia de ver o automóvel novinho em folha pode causar preocupação. O motivo é a qualidade do serviço oferecido por oficinais de reparação.

Caso não haja um amigo com uma boa indicação, o negócio é buscar no mercado uma oficina de pintura e funilaria que faça um bom trabalho. Assim, para evitar surpresas na hora da entrega do carro, algumas dicas importantes devem ser levadas em conta quando se procura um bom profissional da área.

O Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) criou uma classificação para oficinas de reparação em parceria com o IQA (Instituto de Qualidade Automotiva). As empresas do setor recebem até cinco estrelas de acordo com os serviços prestados com qualidade.

As primeiras impressões são as que ficam ao se deparar com uma oficina de funilaria e pintura. A limpeza geral tem que estar em ordem, sem manchas ou sujeira no chão, que não deve ser de cimento poroso, por conta da absorção de líquidos. Além disso, nada de pôsteres de mulheres nuas e manchas nas paredes. O ambiente tem de ser sério e impecável.

Bancada de estiramento de monobloco é outro item que conta muito em oficinas de reparação de qualidade, visto que ele mostra todas as alterações que estão sendo feitas na estrutura do veículo avariado. Uma variação de apenas 3 mm já compromete a dirigibilidade do veículo. Então, atenção nesse detalhe.

A organização é outro ponto que denota a preocupação da oficina em fazer o trabalho da maneira correta. Outra observação importante é a cabine de pintura. Vire as costas se perceber salas fechadas com paredes de alvenaria pintadas de branco sendo chamadas de “cabine de pintura”.

Estas geralmente não possuem sistema de circulação de ar e, portanto, retém sujeira no processo, podendo avariar a pintura. O mesmo serve para o jornal. Este foi criado para informação e não para retenção de substâncias, o que não faz. Por isso, oficinais com papel impermeável em locais de pintura devem ganhar pontos em sua avaliação.

Há também outros itens que merecem ser observados na avaliação de uma oficina de funilaria e pintura. Voltando ao início, aquela classificação IQA-Cesvi precisa ser verificada. Empresas com três a cinco estrelas oferecem um serviço com bom nível de qualidade. O Cesvi oferece em seu site uma lista com oficinas certificadas e sua classificação em todo o país.

Além disso, a oficina com bom nível de qualidade deve ter uma mesa de mescla ou laboratório de tinta. Isto porque a pintura de seu automóvel pode ter uma tonalidade bem específica e estes equipamentos fazem a mistura controlada por um computador, obtendo-se o tom original e a medida certa para aplicação. Geralmente só as empresas topo de linha dispõem dessa tecnologia.

A solda ponto é outro item importante na reparação do veículo avariado, sendo usada pelas montadoras para soldagem de 90% do monobloco. Com ela, o processo é mais rápido e feito com qualidade.

Já o lixamento a seco deve ser aceito sem reservas, pois aquele feito com água promove a corrosão da lataria. Lixadeira pneumática absorve 70% dos resíduos do serviço, enquanto um piso com elemento vazado absorve o restante.

Aquele amassado visto na lataria será melhor reparado com um spotter ou repuxadeira elétrica. Este permite desamassar a peça sem corta-la, aderindo à superfície do metal, facilitando sua soldagem. Locais onde não é possível empurrar a peça são os escolhidos para esse serviço.

Lembra daquele maçarico usado em reparação automotiva? Então esqueça dele e preste atenção à solda MIG/MAG. Ela permite soldar peças que não podem sofrer calor em excesso, evitando assim uma deformação fatal. Além disso, ocupa uma área menor para solda. O velho maçarico (solda oxiacetilênica) deformava as peças.

Lembra daquele maçarico usado em reparação automotiva? Então esqueça dele e preste atenção à solda MIG/MAG. Ela permite soldar peças que não podem sofrer calor em excesso, evitando assim uma deformação fatal. Além disso, ocupa uma área menor para solda. O velho maçarico (solda oxiacetilênica) deformava as peças.

Fonte: Notícias Automotivas

 

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