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Sabó aproveita o bom momento das exportações

A Sabó está em comemoração, por dois motivos: está completando 75 anos e passa por um bom momento nas exportações. As vendas para mercados externos já são 40% do faturamento da empresa, igual ao da participação do aftermarket, e esse índices já são realidade há 2 anos. Em contrapartida o fornecimento para montadoras (OEM). Representa hoje 20% das vendas, reflexo da queda no mercado de veículos 0 km.

O diretor geral da Sabó para as Américas, Lourenço Oricchio, disse que "o equilíbrio sempre foi 33% para cada uma das atividades, mas esse desequilíbrio, com a queda do mercado original, é bom para a alta das exportações com o dólar neste patamar atual”.

A empresa que é especializada em retentores, juntas e sistemas integrados de vedação, possui uma fábrica em Mogi Mirim (SP) e outra na Argentina. A fábrica no interior do estado de São Paulo, tem capacidade de produzir 330 mil peças por dia e hoje opera com 180/dia em dois turnos. Segundo o diretor da Sabó, "no Brasil é difícil fazer gestão. O mercado mudou em 2013, quando foi de 3,8 milhões [vendas de veículos] para 2 milhões e até 2020 não vamos recuperar este volume. Neste caso, o que salva o Brasil são as exportações”.

Segundo o executivo o mercado chinês e norte americano são responsáveis por 95% das vendas externas, nesses locais o OEM tem maior peso. No aftermarket, a empresa pretende ter crescimento de 5%, mas ainda com os mesmos 40% de participação.

Em tecnologia e processo produtivo, a Sabó pretende investir R$ 20 milhões nos próximos três anos no Brasil. A empresa está desenvolvendo uma placa para células de combustível, mas por enquanto, para motores estacionários. Oricchio lembra: "Em 2030, o mundo terá 20% de veículos elétricos e que já são uma realidade hoje”.

Em processo, a Sabó renovou em 2016 parte da linha de produção da fábrica em Mogi Mirim, seguindo a tendência da Indústria 4.0, deixando-a totalmente automatizada, conectada e com dados de produção em tempo real.

“Em um dos processos, haviam nove funcionários e hoje há apenas um, que monitora os robôs, que carregam e descarregam a linha com precisão e tempo estipulado. Com o monitoramento via computador, consigo saber o quanto está sendo produzido em tempo real e o quanto vai ser produzido no dia de hoje", finaliza Oricchio.

 Fonte: Automotive Business

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